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quinta-feira, 3 de julho de 2014

JIMMY CHOO REVELA UM '15 COLEÇÃO CRUISE CRAVEJADO DE JÓIA CHAMADA 'VICES'

English: Official Ruby logo Русский: Официальн...
English: Official Ruby logo Русский: Официальный логотип языка программирования «Ruby» (Photo credit: Wikipedia)
Jimmy Choo shoes.
Jimmy Choo shoes. (Photo credit: Wikipedia)




Se ter um vice-significa possuir um desses pares de Jimmy Choo, então eu orgulhosamente exibir o meu! A marca, em sua mais recente coleção Cruise '15, revelou cinco calçado bejeweled parece incluindo Emerald, Ruby, Sapphire e Black Diamond estilos. Desenhado por Sandra Choi, a nova coleção cápsula é intitulado "Vícios". Que o INFOANÁLISE, partilha com vocês...!

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Com uma afinidade aparente para gemas requintados, o diretor criativo parece ter feito um trabalho fabuloso de incorporá-los. Com gemas correspondente à cor de cada sapato, os pares são ousados, sem ser excessivo. Além destes três sacos elegantes por Choi para arredondar para cima a coleção. Enquanto não pode esperar para saber mais e confira toda a gama quando se chega às lojas, nesse meio tempo, vamos fazer fazer com cobiçando o T-bar preto com borlas. Mas isso é apenas nós, o que é seu vício favorito?
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[Via - Segunda-City-Style ]

sábado, 28 de junho de 2014

PÃO MAIS CARO DO REINO UNIDO FEITO COM CHAMPANHE E OURO DE 24 QUILATES CUSTA £ 25

The BBC coat of arms
The BBC coat of arms (Photo credit: Wikipedia)
BBC Handbook 1964
BBC Handbook 1964 (Photo credit: LoopZilla)

Este não é o seu principal alimento diário elaborado a partir de massa de farinha e água. Um padeiro em Wrexham tem mexido a 30.000 anos de idade, panificação tradição com champanhe e ouro de 24 quilates comestíveis para fazer o que se acredita ser pão mais caro do Reino Unido. Chef Robert Didie, que treinou com o famoso chef Raymond Blanc irá desvendar o pão de ouro no festival de comida Hamper Llangollen em outubro.

Conforme relatado pela BBC, o pão de ouro será a homenagem de Robert Didie para padeiros qualidade real no ano de 1500, quando ingredientes exóticos em pão eram um símbolo de status para o senhor da casa. 
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"Em 1500, o padeiro do palácio ou a mansão que seria esperado para a produção de pães, que refletiam o status do senhor ou o rei assim que os lotes de ingredientes interessantes foram incluídas," Didier disse à BBC. "Os flocos de ouro são comestíveis e são utilizados em medicina.Herbalistas acredito que é tudo de um afrodisíaco para uma melhor circulação. "
"O pão de ouro não é algo que você quer, necessariamente, todos os dias, mas para uma ocasião especial que tem um pouco de wow factor para isso", acrescentou.
[Via - BBC ]

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Óleo de coco: a gordura que emagrece? Polêmico, o alimento pode ajudar a queimar gordura e aliviar a prisão de ventre.


O polêmico óleo de coco tem nas gorduras saturadas seu principal benefício
O óleo de coco é um óleo extraído da fruta coco e existem dois tipos desse alimento funcional, o refinado e o extravirgem. O primeiro é feito a partir do coco seco, enquanto o segundo é feito com o coco fresco. No último caso, ele deve ser extraído até 48 horas após a colheita, preferencialmente de um fruto que tenha vindo de uma plantação certificada e orgânica.

Normalmente, o óleo de coco é encontrado em estado líquido na temperatura ambiente, só ficando sólido e branco quando colocado em baixas temperaturas. O normal é que ele não estrague ou fique rançoso mesmo quando armazenado há algum tempo. Seus benefícios ainda são controversos entre a comunidade médica e não representam uma unanimidade entre os especialistas. Rico em um tipo diferente de gorduras saturadas, os triglicérides de cadeia média, o alimento conquistou fama, principalmente, por ajudar na perda de peso. 

Principais nutrientes do óleo de coco

Óleo de coco - Por 15 g (uma porção)
Calorias129 kcal
Carboidratos--
Proteínas--
Gorduras totais15 g
Gorduras saturadas12,97 g
Gorduras monoinsaturadas0,87 g
Gorduras poli-insaturadas0,27 g
Cálcio--
Potássio--
Ferro0,01 mg
Fósforo--
Magnésio--
Sódio--
Zinco--
Vitamina E0,01 mg
Vitamina K0,1 mg
Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos                      
Como é possível perceber pela tabela, o óleo de coco é essencialmente composto por gorduras e em maior parte pela saturada que representa quase 87% da quantidade desse macronutriente. 
O alto teor de gordura saturada presente nesse óleo o torna contraindicado por alguns profissionais de saúde. Afinal, esse macronutriente, quando consumido em grande quantidade, pode aumentar a quantidade de colesterol LDL, considerado ruim. 

59% de gordura saturada
Para comprovar, a quantidade diária indicada de gorduras saturadas é de 22 gramas, para quem consome 2 mil calorias ao dia. Mesmo a porção recomendada de óleo de coco é de 15 g (uma colher de sopa) e contém 12,97 g desse nutriente, o que equivale a 59% do valor diário recomendado. Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ele carrega por porção: 
  • 27% das gorduras totais
  • 0,15% de vitamina K
  • 0,1% de vitamina E
  • 0,07% de ferro.
* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Benefícios do óleo de coco



Óleo de coco ajuda a emagrecer e previne doenças
Apesar da alta quantidade de gorduras saturadas, o argumento de seus defensores é que elas são, em sua maioria, triglicerideos de cadeia média (TCM), e não de cadeia longa, como normalmente encontramos nos alimentos. E a vantagem dessa informação é que eles são mais bem absorvidos pelo corpo, principalmente no fígado, sendo logo convertidos em energia e não se acumulando em forma de gordura no corpo. Eles são os responsáveis pela maior parte dos benefícios do óleo de coco que alguns estudos têm demonstrado e listamos a seguir: 
Ajuda a emagrecer: Quem diria que justamente as gorduras saturadas poderiam ser aliadas da dieta, não é mesmo? Um estudo feito no Canadá em 2000 mostrou que pessoas que consumiam o óleo de coco tinham uma maior oxidação das gorduras, processo que causa sua quebra, do que as pessoas que seguiam dietas com óleos comuns. Quando a gordura é quebrada no tecido adiposo, ela é usada em forma de energia, ou seja não fica acumulada no organismo na forma dos famigerados pneuzinhos. Mas os pesquisadores não conseguiram descobrir o mecanismo responsável por essa alteração.  
Outra pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro indica ainda que o óleo de coco nos ajuda a acelerar o metabolismo do organismo. Isso porque o ácido láurico, um dos TCM, fazem as células trabalharem de forma acelerada, consumindo assim mais calorias, o que evitaria o acúmulo de gordura localizada e como resultado favoreceria a perda de peso. De acordo com a pesquisa, o óleo também seria responsável por aumentar o volume de massa magra, os músculos, outros aliados por demandar mais gasto de energia do organismo, ajudando o emagrecimento.
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Traz saciedade: Todos sabemos que essa sensação é a melhor amiga de quem quer perder peso, afinal quanto menos comemos, menos energia extra consumimos. Pesquisadores da Universidade de Columbia e do Centro de Pesquisa sobre Obesidade de Nova York, ambos nos Estados Unidos, verificaram que os TCM ativam hormônios como colecistoquinina, peptídeo YY e peptídeo inibitório intestinal, todos ligados a sensação de saciedade. Isso significa que ao consumir o óleo de coco no café da manhã, por exemplo, a tendência é que a quantidade de comida ingerida nas refeições seguintes seja menor. Além disso, eles indicam que o óleo de coco pode ser bem utilizado em dietas, mas para isso é necessário mudar todo o consumo de gorduras do cardápio, já que ele estará suprindo apenas as quantidades de gordura saturada. Você precisará consumir bem menos carnes vermelhas e frituras e priorizar peixes, oleaginosas, grãos como a linhaça e óleos como o azeite.
Melhora a imunidade: O ácido láurico e o ácido cáprico, dois dos TCM do óleo de coco, tem a propriedade de modular o sistema imunológico. Alguns estudos mostram essa relação, mostrando sua eficácia contra fungos, vírus e bactérias, mas os cientistas ainda não descobriram como isso funciona. Uma forma indireta de ele contribuir com a imunidade está na melhora do trabalho do intestino ao eliminar as bactérias ruins.
Evita a prisão de ventre: Alimentos gordurosos normalmente auxiliam na digestão, pois a gordura se mistura o bolo alimentar e as fezes, facilitando sua passagem pelo sistema digestivo. Além disso, o ácido láurico e suas propriedades antibacterianas eliminam as bactérias ruins do intestino, favorecendo sua microbiota (flora intestinal) e assim melhorando o funcionamento do órgão. Mas, cuidado, o consumo em excesso pode trazer o efeito rebote, causando diarreia.
É amigo da beleza: Alguns estudos mostram que seu consumo melhora a elasticidade da pele. Além disso, seus antioxidantes ajudam no combate dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. O óleo de coco também pode ser usado diretamente para hidratação dos cabelos, sendo adicionado a cremes.
Controle-se: o consumo excessivo pode acarretar em ganho de peso
Controle do colesterol Alguns estudos mostram a eficiência do óleo de coco no aumento do colesterol bom, o HDL.

Porém a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) inclusive confirma em sua I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (HF) que o ácido láurico presente no alimento tem potencial de aumentar esse tipo de colesterol em relação aos outros tipos de gorduras saturadas, mas também eleva o LDL, considerado um colesterol ruim. 
Por isso, a SBC contraindica o óleo de coco para pessoas que tenham colesterol alto, e também solicita estudos adicionais antes de consolidar seu uso para pessoas com outras síndromes em seu metabolismo. O óleo também não deve ser ingerido por pessoas que tomam anticoagulantes. 

Quantidade recomendada de óleo de coco

O ideal é consumir uma colher de sopa de óleo de coco, afinal mais do que isso extrapola as quantidade de gordura saturada diárias. 

Riscos do consumo excessivo

Se você ingerir mais do que a quantidade recomendada do óleo, o tiro sairá pela culatra. Afinal, haverá um consumo maior de energia do que seu gasto, o que sempre resulta em sobrepeso. Também pode trazer riscos cardiovasculares, com o aumento do colesterol. Por ajudar na digestão, em alta quantidade ele pode causar diarreia. 

Como consumir o óleo de coco


O óleo de coco pode ser utilizado para finalizar os pratos quentes, promovendo sabor e aroma suaves a pratos como arroz e peixes. Em sua versão extravirgem, pode ser utilizado como tempero de saladas
Vale a pena acrescentá-lo a preparações frias, como saladas e sucos de frutas. Caso queira incluí-lo em pratos quentes, use apenas na finalização e não leve ao fogo, para que ele conserve suas propriedades antioxidantes. 
  • O óleo de coco também pode ser usado na preparação de bolos e tortas
  • Ele pode ser misturado em iogurtes, sucos ou vitaminas. A adição do alimento deixa as bebidas com um gosto leve de coco
  • O óleo de coco não é muito recomendado para ser usado em frituras, pois além de ser um uso pouco saudável, pode deixar os alimentos com gosto de coco, como a batata frita e carnes, por exemplo.

Compare o óleo de coco com outros alimentos

  • O maior diferencial do óleo de coco é o tipo de gordura saturada que ele contém: seus ácidos graxos são triglicérides de cadeia média. Eles são metabolizados diretamente no fígado e convertidos em energia, que, caso não seja gasta, não se acumula em forma de gordura. Até existem outros alimentos que contém esse tipo de triglicéride, mas as quantidades são tão pequenas que eles sequer são contabilizados. Já no óleo de coco, esse tipo de gordura é maioria dentre as saturadas.

Onde encontrar

Você consegue localizar o óleo de coco em diversos supermercados, farmácias e lojas de produtos naturais, inclusive pela internet. Ele pode ser vendido na versão para uso culinário ou em cápsulas, como suplemento. É importante consultar um especialista antes de iniciar o consumo das cápsulas, para entender a indicação de consumo diário se sem riscos à saúde. 

Receitas com óleo de coco

Salmão ao óleo de coco
Pensando em como incluir o óleo de coco no seu dia a dia? Confira algumas receitas para consumir esse alimento.

Torta de amaranto e abobrinha com óleo de coco

Bolo integral de cenoura, gengibre e óleo de cocoSalmão ao óleo de coco

Muffin de banana verde com cacau e óleo de coco
Fontes consultadas
Nutricionista Karina Valentim, da PB Consultoria Nutricional, em São Paulo
Livreto "Óleo de coco: a gordura saudável", do nutrólogo Wilson Rondó Jr. (CRM SP 47.078), de São Paulo
I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (HF) da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Agosto de 2012 

Sete bons motivos para consumir óleo de coco Ele reduz o colesterol, controla o diabetes e ajuda a emagrecer

Quatro colheres de sopa por dia. Essa é a quantia média recomendada para o consumo do óleo de coco  uma gordura saturada, mas de origem vegetal, que está fazendo a cabeça não só de quem está de dieta, mas até daqueles que precisam controlar problemas de saúde. "O produto 100% natural apresenta propriedades que favorecem a perda de peso, reduzem o colesterol ruim e até controlam os níveis de açúcar no sangue", aponta a nutricionista Cátia Medeiros, da clínica Espaço Nutrição, em São Paulo

Vendido em lojas de produtos naturais e algumas farmácias, o óleo de coco apresenta duas versões. Uma delas em cápsulas, que devem ser ingeridas no horário do almoço ou do jantar. Já a versão em óleo pode ser adicionada no preparo dos alimentos, em pastas e patês para acompanhar torradinhas ou mesmo em vitaminas. Para entender como ele age no organismo e conhecer outras boas razões para consumi-lo, o Minha Vida conversou com nutricionistas e elaborou a lista que você confere a seguir.

  • Mulher segurando prato com bolo - Foto Getty Images
  • Mulher recusando pratos de bolo - Foto Getty Images
  • Mulher abraçando a balança - Foto Getty Images
  • Homem com dor de barriga - Foto Getty Images
  • Homem com a mão no coração - Foto Getty Images
  • Família unida - Foto Getty Images
  • Mulher olhando rugas da testa - Foto Getty Images
 
 
DE 7
Mulher segurando prato com bolo - Foto Getty Images
Controla a compulsão por carboidratos
Além de todos esses benefícios, o óleo de coco certamente deve ser um alimento que não pode faltar na dieta de quem tem diabetes ou de quem não resiste a uma guloseima. "Assim como os alimentos ricos em fibras, ele ajuda a manter níveis estáveis de glicose no sangue e não estimula a liberação de insulina, o que diminui a compulsão por carboidratos", explica a especialista Cátia Medeiros. Ao contrário de outros óleos poli-insaturados, que dificultam a entrada de insulina e outros nutrientes dentro das células, o óleo de coco favorece essa entrada e, por isso, a taxa de açúcar no sangue fica normalizada.
Mulher recusando pratos de bolo - Foto Getty Images
Promove a saciedade
Por ser uma gordura, o óleo de coco tem uma digestão diferenciada. "Ele permanece mais tempo no estômago do que um carboidrato, por exemplo, o que aumenta a sensação de saciedade", explica a nutricionista Cátia Medeiros. Com o apetite reduzido fica mais fácil segurar a vontade de petiscar o dia todo, hábito que pode sabotar a dieta e, consequentemente, o desejo de emagrecer.
Mulher abraçando a balança - Foto Getty Images
Acelera o metabolismo
De acordo com a nutricionista Maria Fernanda Cortez, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo, se consumido diariamente, o óleo de coco aumenta o gasto energético do organismo. "Ele estimula o funcionamento da glândula tireoide, que está diretamente ligada ao nosso metabolismo, o que aumenta a queima de calorias", explica. Assim, não adianta apostar em dietas radicais se essa glândula e, consequentemente, seu metabolismo não está funcionando adequadamente. O ponteiro da balança simplesmente não sairá do lugar.
Homem com dor de barriga - Foto Getty Images
Melhora a prisão de ventre
Por ter rápida absorção e solubilidade, o óleo de coco também é amigo do intestino. "Seus componentes agem normalizando o trânsito intestinal", diz Cátia Medeiros. As ações benéficas para o intestino também valem no caso de o intestino solto, pois ele ajuda a eliminar bactérias perigosas e favorece o crescimento da flora intestinal saudável.
Homem com a mão no coração - Foto Getty Images
Reduz o colesterol
O bom funcionamento da tireoide, favorecido pelo consumo de óleo de coco, também garante a redução do colesterol LDL (colesterol ruim) e a elevação do colesterol HDL (colesterol bom). "Isso ocorre porque essa glândula consegue metabolizar esse componente na formação de hormônios essenciais", explica a nutricionista Maria Fernanda. Com a normalização da taxa de colesterol sanguíneo há diminuição do risco de doenças cardiovasculares.
Família unida - Foto Getty Images
Fortalece o sistema imunológico
Outro benefício do óleo de coco é o fortalecimento do sistema imunológico. "Ele age no combate e na prevenção contra o ataque de bactérias e fungos que ameaçam nossa saúde e ainda melhora a absorção de nutrientes, reforçando as defesas do organismo", explica Maria Fernanda. Isso ocorre devido ao ácido láurico, também presente no leite materno e que tem o poder de combater inúmeras infecções.
Mulher olhando rugas da testa - Foto Getty Images
Combate o envelhecimento precoce
"O óleo de coco promove a diminuição de radicais livres presentes no organismo, responsáveis pelo envelhecimento celular", aponta a Maria Fernanda. Segundo ela, isso acontece graças a ação de componentes da vitamina E, presentes no óleo. Até certo nível, os radicais livres são benéficos para o corpo, mas o acúmulo pode causar não só o envelhecimento precoce, como também o desenvolvimento de um câncer em decorrência da oxidação de células saudáveis.

terça-feira, 24 de junho de 2014

6 Scents que têm o poder de curar Pesquisa sobre óleos essenciais está derramando em: Cerca de 20 estudos recentes mostram farejando o material poderia beneficiar a sua saúde, mas só se for bem feito. Aqui, um curso de aromaterapia

Fda
Fda (Photo credit: Wikipedia)
Model of successive binary fission in E. coli
Model of successive binary fission in E. coli (Photo credit: Wikipedia)

Não é mais apenas o domínio de spas da nova era e enclaves hippie, os óleos essenciais têm se tornado um negócio de US $ 1,2 bilhão. Os, líquidos altamente concentrados extraídos de plantas têm sido historicamente pontos de venda em beleza e produtos de limpeza, e agora pesquisa comprova que quando inalado corretamente, eles também são um bom remédio, diz Brent Bauer, MD, diretor do programa Complementar e Integrativa Medicina a Clínica Mayo.
Dezenas de estudos descobriram que os óleos essenciais podem tanto proteger a sua saúde a longo prazo e aliviar os sintomas de doenças comuns. Eles podem ajudar a níveis mais baixos de estresse, aliviar a dor, melhorar o humor, e acabar com ânsias e náuseas. Os óleos essenciais podem ter sido demonstrada em estudos de laboratório para matar gripe, E. coli, e as células cancerígenas.
"A pesquisa mostra que, quando inalados, os óleos ativar hipotálamo do cérebro, que controla os hormônios, energia e unidade", diz Louis Illup Gravengaard, diretor da alquimia em que eu estou iluminado Creations, uma aromaterapia e saudável estilo de vida da empresa. Diferentes óleos essenciais desencadear respostas diferentes no cérebro, que, por sua vez, direciona o seu sistema nervoso para, digamos, relaxar ou primavera em ação.
Os resultados são promissores (imagine trocar pílulas para perfumes), mas eles vêm com uma ressalva: "Tudo o que é poderoso o suficiente para exercer um efeito benéfico no corpo é poderosa o suficiente para exercer um efeito negativo", diz Bauer. Os óleos essenciais liberar compostos orgânicos voláteis (COV), efluentes gasosos muitas vezes ligada a tintas e pesticidas. (Alguns COV são mais perigosos do que outros, e "volátil" significa apenas uma substância pode evaporar.) Assim, enquanto, por exemplo, a exposição moderada a óleos essenciais pode ser saudável para o coração, a exposição prolongada pode causar riscos cardíacos.
A chave é ficar a cerca de 15 a 60 minutos, ponto doce nunca respirar em óleos essenciais para mais de uma hora a uma hora. Siga sempre as instruções da embalagem, e se você estiver tomando qualquer medicação ou sofrer de uma condição crônica de saúde, pergunte ao seu médico antes de começar a praticar aromaterapia. Assim como com qualquer outro medicamento, os óleos essenciais devem ser utilizados corretamente para produzir grandes recompensas de saúde.
Antes de comprar ...
Uma vez que eles não estão ainda regulamentados pela FDA, os óleos essenciais nas prateleiras das lojas pode não ser a coisa real, diz o especialista em petróleo essencial Megan Schwarz, criador do blogSemente de Soro . Siga estas dicas para se certificar de que você compra produtos genuínos.
Cuidado com o cobertor aromaterapia rótulo, muitas vezes bateu em óleos diluídos atado com fragrâncias sintéticas.
Procure 100 por cento puros e orgânicos óleos livres de cargas, pesticidas e produtos químicos sintéticos.
Se a etiqueta diz que classe terapêutica ou vapor destilado , melhor ainda.
A maioria dos óleos essenciais têm uma longa prateleira vive-mais de um ano se armazenado em local fresco e seco. Se a loja que você está é quente e úmido, comprar em outro lugar.
Ready, Set, Sniff!
Um difusor é a maneira mais eficaz para libertar os óleos essenciais no ar, mas se você não tem um (que variam de US $ 25 a US $ 200), você pode pingar óleo em uma tigela de vapor de água quente. Em qualquer dos casos, utilizar uma ou duas gotas de um óleo de cada vez. Fique a poucos metros de distância e levar 10 respirações profundas, em seguida, respire normalmente. Se você ficar dentro do limite de tempo seguro e abrir uma janela quando você estiver pronto, você pode praticar aromaterapia todos os dias. (No trabalho ou, digamos, no seu carro? Coloque uma gota de um óleo em uma bola de algodão, colocá-lo debaixo do seu nariz, e inalar, normalmente, por um ou dois minutos.)
Óleo Essencial: Sábio Melhor para: redução da pressão arterial Em um estudo Julho de 2013, as mulheres que cheiravam sálvia tiveram uma redução na pressão arterial e freqüência respiratória; eles também foram capazes de relaxar durante um exame médico estressante. regalias Bônus: Ajuda a amplificar a memória ea atenção


Óleo Essencial: Peppermint Melhor para: Stress Relief A pesquisa mostra que a respiração em eau de hortelã-pimenta pode diminuir os níveis do corpo de cortisol, um hormônio do estresse. regalias Bônus:Reduz tanto cansaço e (score!) desejos de chocolate


Óleo Essencial: Laranja Melhor para: diminuir a ansiedade Um estudo descobriu que pessoas que cheirou antes de um teste estressante foram capazes de manter a calma sob pressão, sans picos de ansiedade, possivelmente porque o cheiro pode ajudar a reduzir os hormônios do estresse. Perk Bonus: eleva o humor


Óleo Essencial: Rosemary Melhor para: Melhorar o poder intelectualele na respiração pode melhorar a velocidade ea precisão durante exigentes tarefas mentais, por um estudo de 2012. Outra pesquisa encontrou seu perfume deixou as pessoas sentindo-se revigorado e estimuladas mentalmente. regalias Bônus: Aumenta a energia; reduz a fadiga


Óleo Essencial: Canela Melhor para: Melhorar Foco Pode atiçar a área do cérebro que governa o estado de alerta. Por exemplo, a pesquisa constatou que os motoristas estavam mais focados e menos perturbado depois de respirar em aromas de óleo de canela. regalias Bônus:aumento da concentração; reduz a frustração



Óleo Essencial: Lavender Melhor para: Relaxamento; Aliviar PMS O cheiro pode desencadear a resposta do organismo "descansar e digerir", promovendo relaxamento. Um estudo 2013 encontrou que também atenua os sintomas pré-época, como confusão mental e depressão.regalias Bônus: Diminui a ansiedade, insônia e dor da enxaqueca

domingo, 22 de junho de 2014

Treino de 15 minutos: Get a Yoga Body-barriga lisa Reforçar o seu núcleo com essas poses-chave.

English: an exercise of abs
English: an exercise of abs (Photo credit: Wikipedia)
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BETH BISCHOFF
A prática regular de yoga pode preparar a sua barriga para a temporada de biquíni mais rápido do que bater um milhão de flexões.
Em geral, a ioga é cheio de movimentos de fortalecimento do núcleo, mas esses toners estômago tomar honras. Eles desafiam o equilíbrio e estabilidade e forçar seus oblíquos, flexores do quadril, glúteos e até mesmo para juntar-se, ajudando você a esculpir uma barriga seriamente forte (e sexy).
Realize os seguintes movimentos como um "fluxo" para aumentar a frequência cardíaca e da tocha mais calorias cada sessão. Comece com Plank para Side Plank no seu lado esquerdo, então o fluxo diretamente em Chaturanga a prancha antes de voltar para o lado da prancha do seu lado direito. Repita a seqüência, em seguida à antebraço Plank. Fique de joelhos por 30 segundos, em seguida, entrar em barco em meio Boat.Repita a sequência inteira três vezes.
MOVER 1Plank para Side Plank
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BETH BISCHOFF
Posicione as mãos sob seus ombros, braços pernas retas e estendido para trás, com os pés na largura do quadril. Esta é a prancha (a) . Traga a sua palma da mão esquerda para o centro do tapete e rolar para a borda externa de seu pé esquerdo. Empilhe o seu pé direito em cima do seu lado esquerdo. Estenda seu braço direito para cima e segure por oito respirações (b) . Retornar para Plank.
MOVER 2Plank para Chaturanga
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BETH BISCHOFF
A partir da prancha (a) , dobre os cotovelos em 90 graus, mantendo os braços junto ao corpo e reduzindo seus ombros até a altura do cotovelo.Sua parte superior das costas deve ser ampla e as pontas de seus omoplatas devem ser sacado a sua volta (b) . Retornar para Plank.
MOVIMENTO 3antebraço Plank
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BETH BISCHOFF
Coloque seus braços no ombro de largura chão à parte, cotovelos diretamente sob seus ombros. Certifique-se de seus dedos encolhidos, suas pernas são estendidas diretamente atrás de você, e seus pés estão na largura do quadril. Seu corpo deve formar uma linha reta da cabeça aos calcanhares. Prepare o seu abs e segure por um minuto.
MOVER 4barco no meio do barco
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BETH BISCHOFF
Sente-se ereto no chão, em seguida, se inclinar para trás, estendendo os braços esticados na frente de você e levantando as pernas juntas do chão.Este é Barco (a) . Mantenha a posição por três respirações, então abaixe suas costas e pernas em direção ao chão sem deixá-los tocar. Esta é a metade do barco (b) . Mantenha a posição por três respirações; voltar ao barco. Repita 10 vezes.
Adaptado de O Grande Livro de Saúde da Mulher do Yoga (Rodale), de Kathryn Budig. Disponível onde os livros são vendidos.

sábado, 21 de junho de 2014

Vida após a Morte Encefálica: É o corpo ainda 'Alive' (Vivo)? A fim de ser declarada morte cerebral, a pessoa precisa ter nenhuma atividade tanto no cérebro ou do tronco cerebral, na base do cérebro.

United Cerebral Palsy
United Cerebral Palsy (Photo credit: Wikipedia)



Uma menina de 13 anos de idade na Califórnia continua a ser em um ventilador depois de ter sido declarado clinicamente morto pelos médicos. Embora uma pessoa com morte cerebral não é legalmente vivo, quanto do corpo vai continuar a trabalhar com a ajuda da tecnologia, e por quanto tempo?
Jahi McMath de Oakland, na Califórnia, foi declarado com a morte cerebral no mês passado, depois de experimentar uma complicação extremamente rara de uma cirurgia de amígdalas.Membros da família do Jahi têm lutado para manter sua filha em um ventilador, mas um juiz ordenou que a máquina ser desligada na próxima semana.
Uma pessoa é considerada clinicamente morto quando ele ou ela não tem mais nenhuma atividade neurológica em cérebro -tronco ou o cérebro - ou seja, sem impulsos elétricos estão sendo enviados entre as células cerebrais. Médicos realizam uma série de testes para determinar se alguém está com morte cerebral, um dos que verifica se o indivíduo pode iniciar sua própria respiração, um reflexo muito primitivo realizado pelo tronco cerebral, disse Diana Greene-Chandos, um professor assistente de cirurgia neurológica e neurologia da Universidade de Ohio Wexner Medical Center. "É a última coisa que ir", disse Greene-Chandos.
Nos Estados Unidos e muitos outros países, uma pessoa é legalmente morto, se ele ou ela perde permanentemente toda a atividade cerebral (morte cerebral) ou todos respiração e funções circulatórias .No caso de Jahi, três médicos concluíram que ela está com morte cerebral.
No entanto, o sistema elétrico intrínseco do coração pode manter o espancamento órgão por um curto período de tempo depois que uma pessoa se torna com morte cerebral - na verdade, o coração pode até bater fora do corpo, disse Greene-Chandos. Mas, sem um ventilador para manter o sangue e oxigênio em movimento, este surra iria parar muito rapidamente, geralmente em menos de uma hora, disse Greene-Chandos.
Com apenas um ventilador, alguns processos biológicos - incluindo rins e funções gástricas - pode continuar por cerca de uma semana, disse Greene-Chandos. 
Kenneth Goodman, diretor do Programa de Bioética da Universidade de Miami, salientou que tais funções não significa que a pessoa está viva. "Se você está com morte cerebral, você está morto, mas [a tecnologia], nós podemos fazer o corpo a fazer algumas das coisas que ele costumava fazer quando estava vivo", disse Goodman.
Sem o cérebro, o corpo não secretam hormônios importantes, necessários para manter os processos biológicos - incluindo gástrica, rins e funções imunológicas - rodando por períodos superiores a uma semana. Por exemplo, o hormônio da tireóide é importante para regular o metabolismo do corpo, e vasopressina é necessário para os rins a reter água.
Pressão arterial normal, o que também é fundamental para as funções corporais, muitas vezes, não pode ser mantida sem medicação de pressão arterial em uma pessoa com morte cerebral, disse Greene-Chandos.
Uma pessoa com morte cerebral também não pode manter sua própria temperatura do corpo , para que o corpo é mantido quente com cobertores, uma temperatura ambiente elevada e, por vezes, fluidos quentes IV, disse Greene-Chandos.
O corpo de uma pessoa com morte cerebral não é normalmente suportado por muito tempo, disse Greene-Chandos. Os médicos às vezes dar apoio (na forma de um ventilador, hormônios, fluidos, etc) para vários dias se os órgãos serão utilizados para a doação, ou se a família precisa de mais tempo para se despedir, disse Greene-Chandos.
Se todos os critérios de morte cerebral são atendidas ", então é bastante claro que não há mais nada, e estamos apoiando o corpo", disse Greene-Chandos.
Greene disse-Chandos caso de Jahi é trágico, e como mãe, ela está com o coração partido para a família.
Há muito pouca pesquisa sobre quanto tempo o corpo de uma pessoa com morte cerebral pode ser mantida. A discussão de morte encefálica remonta à década de 1950 na França, com seis pacientes que foram mantidos "vivo" para entre dois e 26 dias sem o fluxo de sangue para o cérebro. Isso gerou a idéia de que "talvez haja uma segunda maneira de morrer, porque esses pacientes acabará por morrer", disse Greene-Chandos. (Anteriormente, uma pessoa foi considerado morto apenas quando o seu batimento cardíaco ea respiração parou.)
Hoje, com ventiladores, aumento da pressão arterial e hormônios, o corpo de uma pessoa com morte cerebral poderia, em teoria, ser mantido em funcionamento por um longo tempo, talvez indefinidamente, disse Greene-Chandos. Mas, com o tempo, Greene-Chandos adicionado, o corpo de uma pessoa com morte cerebral, torna-se cada vez mais difícil de manter, e o tecido está em alto risco de infecção.
A família de Terri Schiavo, que lutou para manter sua filha com danos cerebrais em suporte de vida por 15 anos, disse que eles estão tentando ajudar a mover Jahi para outro centro de apoio a longo prazo. Ao contrário Jahi, Terri Schiavo não estava com morte cerebral, mas em um estado vegetativo em que ela teve alguma atividade cerebral.

Nota do editor: O artigo foi atualizado para remover a declaração incorreta de que cabelo e unhas crescem depois da morte.

Clinicamente Morto? A linha tênue entre a vida e a morte

Photograph of the Sphinx at the campus of Dart...
Photograph of the Sphinx at the campus of Dartmouth College in Hanover, New Hampshire. (Photo credit: Wikipedia)

Às vezes, a linha entre a vida e a morte pode parecer embaçada. Em um caso recente, uma mulher foi erroneamente declarada morta depois de ter um ataque cardíaco e acabou morrendo de frio em um saco de corpo no necrotério. Outra mulher deu à luz um bebê de três meses depois que ela morreu tecnicamente. Em seguida, houve um caso de um esquiador que se tornou submersa na água por horas de congelamento, mas foi reavivado e não sofreu danos cerebrais.
Estes e outros casos revelam o quão difícil pode ser a de distinguir os vivos dos mortos. Com o advento dos ventiladores mecânicos, a definição clara da morte deu agora lugar a outras definições mais clínicas.
Mas esses termos, tais como "morte cerebral" e "morte circulatório," pode criar ambigüidade sobre quem está morto e quem não é, dizem os especialistas. 

O que é a morte?
Apesar de seu uso freqüente, o termo "morte clínica" na verdade não tem um significado consistente, disse o Dr. James Bernat, neurologista do Geisel Escola do Dartmouth College of Medicine, em New HampshireNa maioria dos hospitais, o médico responsável pelo atendimento de um paciente faz a determinação da morte, e não há diretrizes universais para quando fazer essa chamada, disse ele.
"Você está morto quando um médico diz que você está morto", disse Bernat Ciência Viva.
Até a década de 1950, a morte foi considerada o ponto em que qualquer uma das funções vitais - batimentos cardíacos, atividade cerebral elétrica ou de respiração - cessou. Uma vez que uma parte do sistema que falhou, então os outros logo desligar, bem como, o raciocínio foi.
Mas o advento da ventilação mecânica, o que empurra o ar para dentro e para fora dos pulmões, criou uma nova categoria chamada morte cerebral, disse Bernat.
Isso levou a toda uma classe de pessoas com corpos quentes e sangue circulante - que poderia até mesmo lutar contra infecções ou gestar um bebê - mas que não tinha absolutamente nenhuma função cerebral, disse Leslie Whetstine, um filósofo da Universidade de Walsh em Ohio, que estuda as definições de morte.
Para ser declarado com morte cerebral, a pessoa deve ter irreversivelmente a função perdida em todas as partes de seu cérebroMédicos fazer essa chamada através da realização de exames neurológicos para procurar atividade elétrica cerebral, ou a circulação de sangue para o cérebro, bem como um teste para ver se o paciente tenta respirar quando o ventilador está desligado.
Avanços em transplantes de órgãos também dirigiu o impulso para esta nova categoria de morte.
"A pessoa que foi diagnosticada como clinicamente morto era um múltiplo ideal doador de orgãos ", porque todos os seus órgãos foram fornecidos com o oxigênio e, portanto, não foram danificadas, disse Bernat.

Morte circulatório
Os médicos também podem declarar mortos se o seu coração pára de bater e não vai começar de novo por conta própria. Mas corações às vezes pode ser reiniciado depois que parar de bater, para que a chamada é complicado.
"A questão é, quanto tempo é que o coração tem que parar de bater antes de chamar alguém morto?" Bernat disse.
A ressuscitação cardio-pulmonar (CPR) pode reviver pessoas muitos minutos após o seu coração pára de bater, muitas vezes sem dano cerebral permanente, por isso os médicos devem realizar a RCP por pelo menos 38 minutos, um estudo 2013 apresentada na reunião da American Heart Association encontrado.  
Os médicos podem emitir um certificado de morte antes desse ponto, e muitas vezes fazer se um paciente tem uma ordem de não reanimar. Mas, às vezes, CPR não é realizada por tempo suficiente.Isso levanta a possibilidade de que alguns pacientes latentes morrem quando não precisava, disse Bernat.

Definições Confused
Porque algumas determinações morte requerem um médico para fazer uma escolha para intervir, ou parar de lutar, alguns casos pode causar controvérsia.
Por exemplo, uma pessoa pode já estar no hospital e listado como um doador de órgãos, e "de repente, seu coração pára de bater", disse Bernat. "É aí que a polêmica ocorre sobre se eles estão mortos naquele momento", disse ele.
A distinção entre a morte encefálica e morte circulatório só confunde as coisas, disse Whetstine.
"A única coisa que nós nos preocupamos mais com o cérebro é o fato de que ele patrocina consciência", assim também a morte deve ser definida como a perda irreversível de que a consciência, Whetstine disse Ciência Viva.
Isso ainda permitiria que as pessoas cujos corações tinham parado, ou que não tinha a função cerebral, a serem emitidas certidões de óbito, mas não iria criar dois tipos de morte, disse ela.
Por essa definição, alguns pacientes agora considerados em estado vegetativo persistente pode em vez disso ser considerado morto. Mas porque algumas pessoas consideradas vegetativas mostra lampejos de consciência, atestados de óbito só deve ser emitido quando alguém cumpriu os critérios para morte cerebral, disse ela.