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terça-feira, 17 de junho de 2014

5 alimentos que combatem o colesterol alto! Os benefícios foram comprovados em pesquisas recentes por todo o Mundo.

Español: Mecanismos celulares de regulación de...
Español: Mecanismos celulares de regulación del colesterol. (Photo credit: Wikipedia)

O colesterol alto é um perigo para nosso organismo. Quando o excesso de gordura se acumula nas artérias, o principal caminho do sangue do coração para o resto do corpo, os prejuízos são enormes.

Muitos fatores podem contribuir para o
 aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida. No entanto, um dos fatores mais comuns é a dieta.Entre eles estão o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, derrames e infartos.
Isso porque o colesterol nada mais é do que uma gordura. Há dois tipos de colesterol, ou seja, de gordura. A boa é aquela que nosso organismo produz e ajuda na produção de hormônios e vitamina D. A ruim é aquela que consumimos nos alimentos ricos em gordura, justamente a que causa malefícios ao nosso corpo.
Por isso a má alimentação é prejudicial. A boa notícia é que o colesterol elevado, muitas vezes, pode ser reduzido com uma simples combinação: uma dieta saudável e exercícios físicos regulares.
Alguns alimentos são mais ricos em fibras e nutrientes que são grandes inimigos do colesterol alto. Apesar de você poder incluí-los no cardápio diário sem prejuízos para a saúde, nesse caso, vale sempre a consulta médica para avaliar o nível do colesterol ruim. Só o médico vai poder orientá-lo se a dieta é suficiente ou haverá necessidade de tratamento medicamentoso.
Confira abaixo os inimigos da gordura ruim.
Aveia
Estudos mostram que as fibras da aveia na mistura de farinha de aveia com o colesterol no intestino delgado, ajudam a destruir as moléculas de colesterol e levá-las para fora do corpo. No Brasil, o benefício foi comprovado em pesquisa recente realizada pelo Centro de Medicina de Atividade Física do Esporte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os pesquisadores estudaram mais de 120 pessoas e comprovaram que o consumo diário do farelo pode sim reduzir as taxas e gordura no organismo.
Peixes
Outro produto livre para o consumo é o peixe. O alimento, rico em ômega 3 e ácidos graxos pode ajudar a baixar a pressão arterial. A recomendação é consumi-los pelo menos duas porções por semana. Os mais altos níveis de ômega-3, os ácidos gordos são encontrados em peixes como salmão, cavala, linguado, arenque, truta e sardinha.
Feijão
Tradicional na mesa brasileira, estudos mostram que o feijão é rico em fibras e proteínas que podem diminuir os níveis de colesterol. O grão é capaz de controlar o nível glicêmico e reduzir o risco de doença cardíaca coronária.
Alho fresco
Estudos mostram que o alho pode evitar o acúmulo de gordura na artérias. Para obter os melhores resultados, tente por 2-4 dentes de alho fresco nos alimentos todos os dias. Especialistas afirmam que ele é antiinflamatório, pela sua composição, e também um normalizador da pressão arterial. Dicas: bem assado, basta uma hora no forno para ele ficar com um gostinho adocicado. Na panela, a dica é apenas dourar. Se deixar torrar, fica muito amargo.
Açaí
Um estudo realizado pela Universidade Federal do Pará, pesquisadores descobriram que o consumo regular de açaí ajuda na redução do colesterol. A diminuição do mau colesterol deve-se ao corante do açaí, a antocianina, também presente em uvas e alimentos com a coloração roxa. Para se ter uma ideia, um litro de açaí tem até 35 vezes mais antocianina do que um litro de vinho tinto.

8 verdades sobre a lipoaspiração! Tratamento estético não emagrece e o resultado pode demorar até um ano para ser notado


Ter o prazer de se olhar no espelho e ver que aquelas gordurinhas simplesmente desapareceram da noite para o dia é o desejo de muitas mulheres. Só que a lipoaspiração não funciona com um passe de mágica. O pós-operatório é bem doloroso e o resultado demora meses para ser visto, sabia?
Para esclarecer de vez as dúvidas sobre este tratamento estético tão cobiçado pelas mulheres que não abrem mão de ter um corpo perfeito, o cirurgião plástico Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo, selecionou oito informações essenciais que toda paciente que pretende fazer lipoaspiração precisa saber:
1. Lipoaspiração não faz você perder peso.

2. O procedimento só remove gorduras localizadas.
 Sabe aquelas sobras debaixo dos braços, nos quadris e na região abdominal, que são difíceis de eliminar apenas com exercícios físicos? O procedimento serve para isso. Caso você tenha uma preguiça enorme de malhar e pensa em retirar excessos de gordura com lipo, atenção: "Isso só seria possível se, mesmo com vida sedentária, o peso estivesse próximo ao ideal e com pequenas quantidades de gordura localizada. Mesmo assim, com este estilo de vida, a perda do resultado em pouco tempo é muito mais provável", diz Dr. Ruben.Se você achava que o ponteiro da balança ia despencar depois do procedimento, é bom rever seus conceitos. A lipoaspiração tem como objetivo a melhora do contorno corporal através da remoção de limitadas quantidades de gordura localizada. A meta primária não é a perda de peso. Clique aqui para saber quanto você precisa emagrecer e comece agora mesmo sua reeducação alimentar!
3. Há um limite de gordura a ser retirada. De acordo com o Conselho Federal de Medicina, só pode ser retirada de 5% a 7% do peso corporal original. Portanto, se a quantidade de gordura em excesso que você possui no corpo está acima de 10%, saiba que o resultado da lipoaspiração não será satisfatório.
4. A lipoaspiração pode ser úmida ou seca. A úmida é aquela em que o cirurgião injeta substâncias como soro fisiológico, adrenalina, anestésico ou outros compostos no local a ser aspirado. Na seca, não há esta infiltração prévia. Recomenda-se a úmida para áreas maiores, pois oferece um menor sangramento. Mas são a preferência e a experiência do cirurgião que vão prevalecer na escolha da técnica. Na úmida o médico pode retirar até 7% do peso corporal do paciente. Na seca, o limite é de 5%.
5. O resultado não aparece do dia para a noite. Toda cirurgia provoca algum trauma nos tecidos, causando um processo inflamatório no local com edema (inchaço). O desaparecimento desse inchaço e a reacomodação da pele podem demorar uns 30 dias. Por se tratar de um tecido mole, a gordura, cuja drenagem natural é mais demorada, o resultado final que se vê após este processo é mais tardio, em geral de quatro a seis meses. Drenagens linfáticas manuais no pós-operatório ajudam no processo. E o resultado definitivo é percebido somente após seis meses e, em alguns casos, um ano, após a lipoaspiração.
6. Lipoaspiração não elimina flacidez. Por esse motivo o bom resultado do procedimento depende da pele do paciente, que deve ser elástica. Só nessas circunstâncias, após a retirada de gordura, a pele se retrai e se acomoda na região. "A flacidez de pele em abdômen, pernas, braços e mamas só pode ser tratada através da remoção cirúrgica do excesso. A lipoaspiração em áreas com muita flacidez local deve ser realizada com muito critério, sob o risco de piora do problema", alerta Dr. Ruben.
7. Após a lipoaspiração o paciente até pode se descuidar e engordar, mas só um pouquinho.Pequenos aumentos de peso serão distribuídos por todo o corpo. Mas se uma paciente de 55kg aumentar mais que 10% de seu peso, dependendo de sua altura provavelmente estará descontente com sua silhueta. Portanto, a lipoaspiração deve sempre ser acompanhada de bons hábitos, para que seus resultados sejam potencializados e duradouros. "A região lipoaspirada melhora o contorno corporal. Por isso, se houver um aumento de peso, pequeno ou moderado, não ocorrerá perda do resultado" diz Penteado.
8. O pós-operatório é dolorido sim! Cada mulher reage de modo diferente à dor, mas, segundo o especialista, todas as ex-operadas declaram que sentiram dor, que fica mais perceptível no dia seguinte, quando o efeito da anestesia passa. "Prepare-se para uns 15 dias de incômodo, mas saiba que os cirurgiões costumam indicar analgésicos durante o período", finaliza Dr. Ruben